sábado, 16 de abril de 2016


Higiene e Saúde - vídeo educativo, bem legal !

Senhora de 78 anos surpreende ao levantar mais de 100kg em exercícios


    Shirley Webb tinha dificuldades para subir escada e, há dois anos, seu único exercício era aparar a grama de vez em quando

Shirley Webb, uma simpática senhora de 78 anos, deixou muita gente de boca aberta ao levantar mais de 100 kg no levantamento terra, exercício próprio para glúteos e pernas. Segundo o site britânico "Metro", há 2 anos, seu único esforço era para aparar a grama de vez em quando. Ela também tinha dificuldade para andar e só subia escadas com o apoio do corrimão.
Shirley Webb impressiona à todos com a quantidade de pesos que pega na academia

Shirley Webb impressiona à todos com a quantidade de pesos que pega na academia
A senhora resolveu se matricular em uma academia, em Illinois, junto com sua neta. Hoje, ela faz exercícios no local duas vezes por semana e levanta grandes pesos com frequência.
"Ela chegou ao ponto onde todo mundo a cumprimenta absolutamente impressionado. Ela inspira todo mundo que vai para a academia e é divertido de ver isso", comenta seu treinador, John. 
No ano passado, Shirley estabeleceu um recorde em Illinois. Ela foi a mulher a pegar mais peso no levantamento terra com sua idade. Foram 107 kg e agora sua meta é conseguir levantar 118 kg. 
Ao site "Today", ela conta como se sente: "Me sinto orgulhosa porque as pessoas estão se sentindo inspiradas pelo o que estou fazendo. Uma senhora veio até a academia e disse: 'Vi seu vídeo e decidi que iria entrar na academia também'".
Fonte:Acesso em 16/04/2016.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Animais de estimação não pegam dengue, zika ou chicungunha, dizem especialistas

Animais de estimação estão expostos a outras doenças transmitidas por mosquitos, como: dirofilariose e leishmaniose / Foto: Marília Banholzer/NE10 

 A população brasileira está em alerta contra o Aedes aegypti, transmissor de dengue, chicungunha e zika vírus. Atentos aos surtos dessas doenças, os donos de animais de estimação passaram a questionar os veterinários se os bichinhos também estariam sujeitos à infecção por esses vírus. A boa notícia é que os pets estão livres desses males.

"Existem muitas zoonoses que têm sintomatologia muito parecida com a dengue, zika ou chicungunha. Por isso, é cada vez mais comum que os donos dos animais fiquem em dúvida e questionem se os bichinhos podem estar com uma dessas doenças. Mas hoje não existem casos registrados na medicina mostrando que os pets possam ser contaminados", conta a veterinária clínica Regiane Bezerra.
Já o biólogo Sérgio Santos explica que, na natureza, existem doenças que estão naturalmente presentes no organismos de alguns animais. Esses males, no entanto, quando são encontrados em outras espécies podem gerar problemas. "O tatu, por exemplo, é hospedeiro natural da doença de chagas, mas no homem ela é extremamente prejudicial e pode até levar à morte", pontua.
Ele orienta  ainda que, embora os animais domésticos não desenvolvam dengue, chicungunha ou zika, não significa que eles não sejam picados pelos mosquitos. "O Aedes se alimenta de sangue. Se ele está em meio selvagem ele pica qualquer animal. Mas como está numa situação de cidade, onde a população humana é muito maior, é menos provável que um cão seja picado. Até porque o mosquito escolhe o alvo e os animais têm pelos, o que dificulta isso", pondera o biólogo Sérgio Santos.
Embora os pets não sejam contaminados pelas arboviroses transmitidas pelo Aedes, os mosquitos dos gêneros Aedes, Culex e Anopheles, são transmissores de outra doença: a dirofilariose, também conhecida como verme do coração. Esse mal é uma zoonose que ataca preferencialmente cães, mas também outros mamíferos domésticos e até mesmo o homem.
"Mesmo sendo menos comum os animais serem picados por mosquitos, principalmente por causa dos pelos, eles são tão vulneráveis quanto nós [humanos] porque gostam de dormir com a barriguinha [onde tem menos pelos] para cima, ou os mosquitos podem atacar as orelhinhas", comenta a médica veterinária. Desta forma, a prevenção ainda é a melhor opção para evitar as doenças transmitidas pelos mosquitos.


Retire a água parada no quintal;
Limpe folhas e a sujeira de calhas, pois isso dificulta o escoamento da água;
Coloque areia nos pratos de vasos de planta e monitore o volume de água;
Mantenha a lata de lixo e os ralos devidamente tampados;
Cubra caixa d'água, piscinas e aquários;
Guarde baldes e garrafas vazias virados para baixo;
Lave e troque diariamente a água de bebedouros de cães, gatos e passarinhos;
Verifique se há água acumulada nas bandejas dos aparelhos de ar condicionado; Mosquitos preferem picar a barriga ou as orelhas dos animais por terem menos pelos





terça-feira, 12 de agosto de 2014

CURSO DE LIBRAS COMPRIMENTOS

Este vídeo mostra a mostra a maneira pela qual os surdos se comunicam através de Libras, os principais comprimentos e expressões usadas!

Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=E-bvakuPYSI>Acesso em 12 de agosto de 2014.


Espaço Livre > Sobre surdos, libras, acessibilidade e notícias equivocadas sobre surdez

Paula Pfeifer
POR PAULA PFEIFER
Me corta o coração quando um jornalista, escritor ou qualquer outra pessoa cujo trabalho atinge milhares de outras pessoas publica informações equivocadas a respeito do assunto surdos e surdez. É tanta generalização que não sei nem por onde começar. Em primeiro lugar, a parte mais desgastante (e isso é por preguiça de pesquisar o assunto) é ter que ler as seguintes bobagens:
• todo surdo é mudo
• todo surdo se comunica através de LIBRAS
• a língua de sinais é a língua do surdo
• crianças surdas devem estudar em escolas especiais para surdos
• todo surdo precisa de intérprete
• acessibilidade para surdos é a janelinha com o intérprete na TV
• quem nasce surdo vai continuar surdo até o fim da vida
• todo surdo faz parte da “comunidade surda”
Pelo amor de Deus, gente!! Afirmar esse tipo de coisa é um absurdo, em pleno ano de 2011. Vamos esclarecer, então?
Eu sou surda. Eu NÃO me comunico através de Libras. Eu falo. Eu escuto muito bem com aparelhos auditivos. Nunca estudei em escola especial. Não preciso de intérprete. Acessibilidade pra mim tem a ver com legendas nos programas de TV, avisos luminosos em certos locais, atendimento via chat, SMS e coisas assim – aquela janelinha de Libras na TV e chinês pra mim são a mesma coisa. Não faço e nem quero fazer parte de nenhuma “comunidade surda”.
Dá até vontade de perguntar: “entendeu ou quer que eu desenhe??”
Existem surdos sinalizados (estes sim podem se enquadrar nas informações descritas lá em cima no início do post) esurdos oralizadosSurdos oralizados usam aparelhos auditivos ou implantes cocleares (ou não usam nenhum dos dois, inclusive) e são experts em leitura labial. Surdos oralizados falam como qualquer pessoa ‘normal’ (ou melhor, ouvinte). Alguns surdos oralizados também conhecem a Libras e se comunicam com seus amigos/colegas/parentes que são sinalizados através dela – e são considerados bilíngues. Surdos oralizados são pessoas independentes, dominam o português falado e escrito e não necessitam de uma terceira pessoa envolvida na sua comunicação (um intérprete).Surdos oralizados NÃO vivem em função da surdez e NÃO vivem presos a um grupo pequeno de pessoas (a chamada “comunidade surda”).
A sensação que eu tenho quando leio qualquer notícia sobre surdos/surdez que envolva também a Libras é de que a pessoa que escreveu sentiu pena. “Ai, coitadinhos“. Raríssimos são os jornalistas/escritores IMPARCIAIS quando se trata desse assunto. Se existem dois tipos de surdos e os mais variados graus de surdez, vamos esclarecer isso, poxa! Hoje em dia, ser surdo não significa viver no silêncio – os aparelhos auditivos de última geração e os implantes cocleares estão aí para provar!!
Agora, me digam:
• Onde está o futuro e as perspectivas profissionais de alguém que não domina a língua do país no qual vive – e não estou falando do português falado, mas sim do português escrito??
• Porque o governo não investe dinheiro em uma educação intensiva e de qualidade direcionada a surdos sinalizados para que eles dominem TAMBÉM o português escrito e não sejam eternamente dependentes de alguém??
• Como alguém pode achar que um pai ou uma mãe que querem dar ao seu filho surdo a opção de ouvir estão aniquilando a criança?
• Como alguém pode julgar os pais que querem que seu filho surdo conviva com todos os tipos de crianças e não viva em função de uma deficiência?
A propósito: essa ladainha e essa lavagem cerebral toda só acontecem em função da militância incessante da ‘comunidade surda’ e seus simpatizantes para que as pessoas acreditem que todas as informações erradas são certas. Para que o mundo não saiba da existência dos surdos ORALIZADOS. Para que o mundo continue acreditando que não há alternativa ao silêncioExiste diversidade dentro da surdez, por mais que esse grupo queira fingir que não.
Ou alguém já viu um deficiente visual dizer que um deficiente visual que usa óculos ou faz uma cirurgia para recuperar a visão está se submetendo ao mundo dos que enxergam? Ah, me poupe, vai!
Eu admiro muito os surdos bilíngues. E não consigo ver vantagem alguma em se comunicar somente através de Libras e sequer dominar o português escrito. Na verdade, penso que isso é o mesmo que viver trancado dentro de uma bolha. E eu quero o mundo!!!

PS:
 antes de publicar seja lá o que for sobre surdos e surdez, PESQUISE!!! Se informe, e não publique bobagens.
E por último, às pessoas que têm vindo aqui me atacar e mandar emails com desaforos, leiam o post. E aceitem o fato de que:
EXISTE DIVERSIDADE DENTRO DA SURDEZ! Surdos oralizados não são MENOS SURDOS do que surdos sinalizados.
 Fonte: Crônicas da Surdez

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Aterro sanitário

Aterro sanitário é um espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana. Nele são dispostos resíduos domésticos, comerciais, de serviços de saúde, da indústria de construção, e também resíduos sólidos retirados do esgoto.

 A base do aterro sanitário deve ser constituída por um sistema de drenagem de chorume acima de uma camada impermeável de polietileno de alta densidade - P.E.A.D., sobre uma camada de solo compactado para evitar o vazamento de material líquido para o solo, evitando assim a contaminação de lençóis freáticos. O chorume deve ser tratado e/ou recirculado (reinserido ao aterro) causando assim uma menor poluição ao meio ambiente.

Seu interior deve possuir um sistema de drenagem de gases que possibilite a coleta do biogás, que é constituído por metano, gás carbônico(CO2) e água (vapor), entre outros, e é formado pela decomposição dos resíduos. Este efluente deve ser queimado ou beneficiado. Estes gases podem ser queimados na atmosfera ou aproveitados para geração de energia. No caso de países em desenvolvimento, como o Brasil, a utilização do biogás pode ter como recompensa financeira a compensação por créditos de carbono ou CERs do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, conforme previsto no Protocolo de Quioto.
Sua cobertura é constituída por um sistema de drenagem de águas pluviais, que não permita a infiltração de águas de chuva para o interior do aterro. No Brasil, usa-se normalmente uma camada de argila compactada.
Um aterro sanitário deve também possuir um sistema de monitoramento ambiental (topográfico e hidrogeológico) e pátio de estocagem de materiais. Para aterros que recebem resíduos de populações acima de 30 mil habitantes é desejável também muro ou cerca limítrofe, sistema de controle de entrada de resíduos (ex. balança rodoviária), guarita de entrada, prédio administrativo, oficina e borracharia.
Quando atinge o limite de capacidade de armazenagem, o aterro é alvo de um processo de monitorização especifico, e se reunidas as condições, pode albergar um espaço verde ou mesmo um parque de lazer, eliminando assim o efeito estético negativo.
Existem critérios de distância mínima de um aterro sanitário e um curso de água, uma região populosa e assim por diante. No Brasil, recomenda-se que a distância mínima de um aterro sanitário para um curso de água deve ser de 200m.

No Brasil

No Brasil, um aterro sanitário é definido como um aterro de resíduos sólidos urbanos, ou seja, adequado para a recepção de resíduos de origem doméstica, varrição de vias públicas e comércios. Os resíduos industriais devem ser destinados a aterro de resíduos sólidos industriais (enquadrado como classe II quando não perigoso e não inerte e classe I quando tratar-se de resíduo perigoso, de acordo com a norma técnica da ABNT 10.004/04 - "Resíduos Sólidos - Classificação"). A produção de lixo aumenta continuamente e por isso novas soluções são procuradas para desafogar os aterros. Em Contagem, Minas Gerais, tem sido usado o fosfogesso para redução de 30 a 35% do volume de resíduo sólido. Antes da implantação, a alternativa foi testada pelo laboratório do Institute of Phosphate Research (FIPR), nos Estados Unidos.2

Disponível em<https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4477404529388041166#editor/target=post;postID=621419815325591075>Acesso em 16 de julho de 2014.