Senhora de 78 anos surpreende ao levantar mais de 100kg em exercícios
Shirley Webb tinha dificuldades para subir escada e, há dois anos, seu único exercício era aparar a grama de vez em quando
Shirley Webb, uma simpática senhora de 78 anos, deixou muita gente de boca aberta ao levantar mais de 100 kg no levantamento terra, exercício próprio para glúteos e pernas. Segundo o site britânico "Metro", há 2 anos, seu único esforço era para aparar a grama de vez em quando. Ela também tinha dificuldade para andar e só subia escadas com o apoio do corrimão.
Shirley Webb impressiona à todos com a quantidade de pesos que pega na academia
A senhora resolveu se matricular em uma academia, em Illinois, junto com sua neta. Hoje, ela faz exercícios no local duas vezes por semana e levanta grandes pesos com frequência.
"Ela chegou ao ponto onde todo mundo a cumprimenta absolutamente impressionado. Ela inspira todo mundo que vai para a academia e é divertido de ver isso", comenta seu treinador, John.
No ano passado, Shirley estabeleceu um recorde em Illinois. Ela foi a mulher a pegar mais peso no levantamento terra com sua idade. Foram 107 kg e agora sua meta é conseguir levantar 118 kg.
Ao site "Today", ela conta como se sente: "Me sinto orgulhosa porque as pessoas estão se sentindo inspiradas pelo o que estou fazendo. Uma senhora veio até a academia e disse: 'Vi seu vídeo e decidi que iria entrar na academia também'".
Fonte:Acesso em 16/04/2016.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Animais de estimação não pegam dengue, zika ou chicungunha, dizem especialistas
A população brasileira está em alerta contra o Aedes aegypti,
transmissor de dengue, chicungunha e zika vírus. Atentos aos surtos
dessas doenças, os donos de animais de estimação passaram a questionar
os veterinários se os bichinhos também estariam sujeitos à infecção por
esses vírus. A boa notícia é que os pets estão livres desses males.
"Existem muitas zoonoses que têm sintomatologia muito parecida com a
dengue, zika ou chicungunha. Por isso, é cada vez mais comum que os
donos dos animais fiquem em dúvida e questionem se os bichinhos podem
estar com uma dessas doenças. Mas hoje não existem casos registrados na
medicina mostrando que os pets possam ser contaminados", conta a
veterinária clínica Regiane Bezerra.
Já o biólogo Sérgio Santos explica que, na natureza, existem doenças
que estão naturalmente presentes no organismos de alguns animais. Esses
males, no entanto, quando são encontrados em outras espécies podem gerar
problemas. "O tatu, por exemplo, é hospedeiro natural da doença de
chagas, mas no homem ela é extremamente prejudicial e pode até levar à
morte", pontua.
Ele orienta ainda que, embora os animais domésticos não desenvolvam
dengue, chicungunha ou zika, não significa que eles não sejam picados
pelos mosquitos. "O Aedes se alimenta de sangue. Se ele está em meio
selvagem ele pica qualquer animal. Mas como está numa situação de
cidade, onde a população humana é muito maior, é menos provável que um
cão seja picado. Até porque o mosquito escolhe o alvo e os animais têm
pelos, o que dificulta isso", pondera o biólogo Sérgio Santos.
Embora os pets não sejam contaminados pelas arboviroses transmitidas
pelo Aedes, os mosquitos dos gêneros Aedes, Culex e Anopheles, são
transmissores de outra doença: a dirofilariose, também conhecida como
verme do coração. Esse mal é uma zoonose que ataca preferencialmente
cães, mas também outros mamíferos domésticos e até mesmo o homem.
"Mesmo sendo menos comum os animais serem picados por mosquitos,
principalmente por causa dos pelos, eles são tão vulneráveis quanto nós
[humanos] porque gostam de dormir com a barriguinha [onde tem menos
pelos] para cima, ou os mosquitos podem atacar as orelhinhas", comenta a
médica veterinária. Desta forma, a prevenção ainda é a melhor opção
para evitar as doenças transmitidas pelos mosquitos.
Retire a água parada no quintal;
Limpe folhas e a sujeira de calhas, pois isso dificulta o escoamento da água;
Coloque areia nos pratos de vasos de planta e monitore o volume de água;
Mantenha a lata de lixo e os ralos devidamente tampados;
Cubra caixa d'água, piscinas e aquários;
Guarde baldes e garrafas vazias virados para baixo;
Lave e troque diariamente a água de bebedouros de cães, gatos e passarinhos;
Verifique se há água acumulada nas bandejas dos aparelhos de ar condicionado;
terça-feira, 12 de agosto de 2014
CURSO DE LIBRAS COMPRIMENTOS
Este vídeo mostra a mostra a maneira pela qual os surdos se comunicam através de Libras, os principais comprimentos e expressões usadas!
Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=E-bvakuPYSI>Acesso em 12 de agosto de 2014.
Aterro sanitário é um espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana. Nele são dispostos resíduos domésticos, comerciais, de serviços de saúde, da indústria de construção, e também resíduos sólidos retirados do esgoto.
A base do aterro sanitário deve ser constituída por um sistema de drenagem dechorumeacima de uma camada impermeável de polietileno
de alta densidade - P.E.A.D., sobre uma camada de solo compactado para
evitar o vazamento de material líquido para o solo, evitando assim a
contaminação de lençóis freáticos. O chorume deve ser tratado e/ou
recirculado (reinserido ao aterro) causando assim uma menor poluição ao
meio ambiente.
Seu interior deve possuir um sistema de drenagem de gases que possibilite a coleta do biogás, que é constituído por metano, gás carbônico(CO2)
e água (vapor), entre outros, e é formado pela decomposição dos
resíduos. Este efluente deve ser queimado ou beneficiado. Estes gases
podem ser queimados na atmosfera ou aproveitados para geração de
energia. No caso de países em desenvolvimento, como o Brasil, a
utilização do biogás pode ter como recompensa financeira a compensação
por créditos de carbono ou CERs do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, conforme previsto no Protocolo de Quioto.
Sua cobertura é constituída por um sistema de drenagem de águas
pluviais, que não permita a infiltração de águas de chuva para o
interior do aterro. No Brasil, usa-se normalmente uma camada de argila
compactada.
Um aterro sanitário deve também possuir um sistema de monitoramento ambiental
(topográfico e hidrogeológico) e pátio de estocagem de materiais. Para
aterros que recebem resíduos de populações acima de 30 mil habitantes é
desejável também muro ou cerca limítrofe, sistema de controle de entrada
de resíduos (ex. balança rodoviária), guarita de entrada, prédio
administrativo, oficina e borracharia.
Quando atinge o limite de capacidade de armazenagem, o aterro é alvo
de um processo de monitorização especifico, e se reunidas as condições,
pode albergar um espaço verde ou mesmo um parque de lazer, eliminando
assim o efeito estético negativo.
Existem critérios de distância mínima de um aterro sanitário e um
curso de água, uma região populosa e assim por diante. No Brasil,
recomenda-se que a distância mínima de um aterro sanitário para um curso
de água deve ser de 200m.
No Brasil
No Brasil,
um aterro sanitário é definido como um aterro de resíduos sólidos
urbanos, ou seja, adequado para a recepção de resíduos de origem
doméstica, varrição de vias públicas e comércios. Os resíduos
industriais devem ser destinados a aterro de resíduos sólidos
industriais (enquadrado como classe II quando não perigoso e não inerte e
classe I quando tratar-se de resíduo perigoso, de acordo com a norma
técnica da ABNT 10.004/04 - "Resíduos Sólidos - Classificação").
A produção de lixo aumenta continuamente e por isso novas soluções são procuradas para desafogar os aterros. Em Contagem, Minas Gerais, tem sido usado o fosfogesso para redução de 30 a 35% do volume de resíduo sólido. Antes da implantação, a alternativa foi testada pelo laboratório do Institute of Phosphate Research (FIPR), nos Estados Unidos.2
Disponível em<https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4477404529388041166#editor/target=post;postID=621419815325591075>Acesso em 16 de julho de 2014.